Roy Hart Theatre

February 17, 2017

 

Desde o primeiro dia que entrei no Centro Artístico Roy Hart até hoje, já passaram 10 anos. Desde a localização ao ambiente que o rodeia, as pessoas e os professores, tudo me fazia sentido, mas mais ainda a profundidade do trabalho.

E que mudança, que viragem, que abertura para um mundo novo que até hoje sigo e dou continuidade aos meus estudos e desenvolvimento vocal e pessoal.

Durante os últimos sete anos tive o privilégio de ensinar ao lado de Pascale Ben e também do acordionista Olivier Philippson. A Pascale é possivelmente das pessoas mais criativas que conheci em toda a minha vida e estou imensamente grato por tudo o que aprendi ao ensinar com ela.

O desenvolvimento da minha voz quer em extensão quer em capacidade de expressão tem sido algo incrível desde que comecei os meus estudos no R.H, quer com as aulas de canto individuais e em grupo, quer com as aulas de teatro

O trabalho de ligação física e emocional é algo surpreendente, todas as transformações que se operam a esse nível é algo que ainda hoje me faz investir no trabalho diário de prática e busca de novos horizontes vocais. 

Por vezes perguntam-me como é que concilio o trabalho da Jo Estill com o Roy Hart? 

Trabalho-os em separado, creio que de certa forma complementam-se e em muito me ajudam a compreender por um lado a importância da técnica vocal, por outro a nossa capacidade de expressão de forma livre e sem barreiras.

 

Neste momento chegou a hora de preparar o meu assessement para vir a ser um Roy Hart Voice Teacher. Prossigo assim os meus estudos e preparação com Pascale Ben e Ian Magilton, se tudo correr bem este ano, vou pertencer a esta família

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